Existem dores que latejam o corpo, ardem, queimam e
estão expostas.
Existem também as dores silenciosas que estão no
obscuro, mas seguem borbulhando como um vulcão por
dentro.
Às vezes, são solitárias e, em outras, vêm com
acolhimentos, e isso faz toda a diferença.
Compreender as dores não é um caminho fácil; exige
muita sabedoria, força e coragem.
Sobre a autora:

Isabelle Brito
Pedagoga, artista têxtil dos bordados, desenhista de mandalas, ama as artes. Escreve de forma bem intuitiva em forma de desabafos expondo seus pensamentos sobre sentimentos.
